A Caça às Bruxas
Dizia o senador Douglas McCarthy, no auge da Guerra Fria, que “um bom Comunista era um Comunista morto”. Esta mentalidade, que redundou entre outras coisas na criação da Al-Qaeda, sobreviveu à queda da União Soviética, mudando apenas a vítima – não seria de modo algum forçar a nota dizer que nos dias que correm, para a generalidade dos politicotes, “um bom Nacionalista é um Nacionalista morto”.
Todas as forças políticas atacam o Nacionalismo; todas se unem num coro de condenação às suas ideias, aos seus valores, aos seus princípios; as calúnias mais vis, os insultos mais reles, a sevícia mais abjecta, tudo serve para pôr os «racistas!!!!!!!!!!!!!» fora de combate; não há quem se demarque desta forma de ver as coisas, não há um único grupo, desde os reaccionários “copinho de leite”da direita burguesa, à mais retorcida e desumana esquerda que não concorde com a perseguição aos Nacionalistas, com o boicote aos Nacionalistas, com o vilipêndio e a mordaça imposta à «caterva ‘racista!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!’».
Porque o fazem? O que os leva a uma atitude tão animalescamente contrária a uma doutrina? Porque se opõem com semelhante fragor e furor precisamente à doutrina Nacionalista? Porque lhe movem esta autêntica Caça às Bruxas do séc. XXI?
Porque só o Nacionalismo se preocupa com o Povo, com a sua Identidade, com a sua Integridade, com a sua Conservação. Um Povo é uma realidade tríplice: linguística, étnica e cultural. Para que um Povo exista, para que um povo não morra, é necessário manter intactas estas três características, ou teremos outra coisa que não será esse povo. Assim, se o povo português é, porque sempre foi, um Povo de língua e cultura matricialmente indo-europeia e Raça Branca, se um dia deixar de o ser não mais haverá Portugal. Se no território português não se falar Português, não se estará em Portugal; se no território português não houver uma cultura indo-europeia, não se estará Portugal; se no território Português não houver uma população de Raça Branca, de Raça Indo-Europeia, não se estará em Portugal.
Todas estas noções são insofismáveis. E os politicotes estão cientes delas – mas convém ao seu ideário apátrida e imperialista (seja ao serviço do Socialismo ou do Capitalismo) que as populações “esqueçam” a sua identidade e se deixem absorver pelo espírito do cidadão do Mundo, a fim de que possam exercer um poder absoluto e inquestionável sobre tudo e sobre todos: para que nenhum obstáculo identitário se interponha entre os seus torpes intentos e a realização destes.
Esta foi a ideia do primeiro dos imperialismos – o Cristianismo. Também Cristo propugnava que todos os homens são iguais, “todos são filhos de Deus”. O Capitalismo e o Socialismo limitaram-se a trocar o argumento religioso pelo argumento científico: todos somos geneticamente iguais dizem eles – como se em algum momento se tivesse definido um único povo do Mundo com base nos genes! Como se não soubessem que é apenas pelo conjunto Raça/Língua/Cultura que se forja a identidade dos povos sem que as condições genéticas sejam de todo importantes!
Não há qualquer honestidade intelectual por parte da politicada. E não há qualquer contra-argumento para as nossas ideias, tão evidentes elas são seja para quem for. E como estas são contrárias aos seus sujos intentos, calam-nos, pisam-nos, caluniam-nos – tudo para dominarem o povo e o esmagarem sob um imperialismo feroz que o arrastará para a lama da exploração e da anomia.
Contra isto, urge lutar! Não permitiremos que destruam Portugal! Não permitiremos que submetam o Povo português! Lutaremos e venceremos!
Todas as forças políticas atacam o Nacionalismo; todas se unem num coro de condenação às suas ideias, aos seus valores, aos seus princípios; as calúnias mais vis, os insultos mais reles, a sevícia mais abjecta, tudo serve para pôr os «racistas!!!!!!!!!!!!!» fora de combate; não há quem se demarque desta forma de ver as coisas, não há um único grupo, desde os reaccionários “copinho de leite”da direita burguesa, à mais retorcida e desumana esquerda que não concorde com a perseguição aos Nacionalistas, com o boicote aos Nacionalistas, com o vilipêndio e a mordaça imposta à «caterva ‘racista!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!’».
Porque o fazem? O que os leva a uma atitude tão animalescamente contrária a uma doutrina? Porque se opõem com semelhante fragor e furor precisamente à doutrina Nacionalista? Porque lhe movem esta autêntica Caça às Bruxas do séc. XXI?
Porque só o Nacionalismo se preocupa com o Povo, com a sua Identidade, com a sua Integridade, com a sua Conservação. Um Povo é uma realidade tríplice: linguística, étnica e cultural. Para que um Povo exista, para que um povo não morra, é necessário manter intactas estas três características, ou teremos outra coisa que não será esse povo. Assim, se o povo português é, porque sempre foi, um Povo de língua e cultura matricialmente indo-europeia e Raça Branca, se um dia deixar de o ser não mais haverá Portugal. Se no território português não se falar Português, não se estará em Portugal; se no território português não houver uma cultura indo-europeia, não se estará Portugal; se no território Português não houver uma população de Raça Branca, de Raça Indo-Europeia, não se estará em Portugal.
Todas estas noções são insofismáveis. E os politicotes estão cientes delas – mas convém ao seu ideário apátrida e imperialista (seja ao serviço do Socialismo ou do Capitalismo) que as populações “esqueçam” a sua identidade e se deixem absorver pelo espírito do cidadão do Mundo, a fim de que possam exercer um poder absoluto e inquestionável sobre tudo e sobre todos: para que nenhum obstáculo identitário se interponha entre os seus torpes intentos e a realização destes.
Esta foi a ideia do primeiro dos imperialismos – o Cristianismo. Também Cristo propugnava que todos os homens são iguais, “todos são filhos de Deus”. O Capitalismo e o Socialismo limitaram-se a trocar o argumento religioso pelo argumento científico: todos somos geneticamente iguais dizem eles – como se em algum momento se tivesse definido um único povo do Mundo com base nos genes! Como se não soubessem que é apenas pelo conjunto Raça/Língua/Cultura que se forja a identidade dos povos sem que as condições genéticas sejam de todo importantes!
Não há qualquer honestidade intelectual por parte da politicada. E não há qualquer contra-argumento para as nossas ideias, tão evidentes elas são seja para quem for. E como estas são contrárias aos seus sujos intentos, calam-nos, pisam-nos, caluniam-nos – tudo para dominarem o povo e o esmagarem sob um imperialismo feroz que o arrastará para a lama da exploração e da anomia.
Contra isto, urge lutar! Não permitiremos que destruam Portugal! Não permitiremos que submetam o Povo português! Lutaremos e venceremos!
